26 de November de 2022

Crowdfunding Elgato Key Lights

Since I created Boatswain, earlier this year, a lot has happened. Recently it was accepted as part of the GNOME Circle! As the app gets more popular, people are asking for more useful features that I cannot implement without having access to the actual hardware they depend on. Specifically, I've received multiple requests to integrate … Continue reading Crowdfunding Elgato Key Lights

16 de November de 2022

Get ready for Google Summer of Code 2023 with GNOME!

Google has recently announced the 2023 edition of Google Summer of Code.

The 2022 changes in the program’s format have been successful and are continuing for 2023, with just a small adjustment around eligibility (described in the link above).

GNOME is certainly going to apply to be a mentoring organization, and we hope to once again be part of the program.

If you are a new contributor interested in a summer sponsorship to work in the GNOME project, this is a great time to start preparing!

Visit our Newcomers tutorial to learn how to make your first contribution, join our communication channels to discuss ideas with the community, and stay tuned to our gsoc.gnome.org website!

If you have any doubts/questions, feel free to open a topic in our Discourse tag.

21 de October de 2022

the death of the meme

https://www.youtube.com/watch?v=h2z-v3v6vwk Coming Soon ™

20 de September de 2022

Google Summer of Code 2022: It’s a wrap!

Google Summer of Code logo

Another program year is ending and we are extremely happy with the resulting work of our contributors!

This year GNOME had nine Google Summer of Code projects covering various areas, from improving apps in our ecosystem to standardizing our web presence. We hope our interns had a glimpse of our community that motivated them to continue engaged with their projects and involved with the broad GNOME ecosystem.

A special thanks goes to our mentors that are the front-line of this initiative, sharing their knowledge and introducing our community to the new contributors. Thank you so much!

We encourage interns now to contemplate their future after GSoC. If you want to continue with us, speak to your mentor about your interests and ask for some tips on how you can continue participating in the project. Also, there are opportunities of employment that can help you build a career in open source.

Thanks for choosing GNOME for your internship! We were lucky to have you!

18 de October de 2018

Um Novo Atalho no Evince. O que há por trás disso?

Não sei se você está sabendo, mas a versão nova do Evince (3.30) está com um atalho bastante útil.

Agora você pode destacar uma parte do texto selecionando-a com o mouse e pressionando as teclas:

CTRL + H

Este post poderia parar por aqui, mas eu gostaria de escrever mais um pouco acerca do que está por trás de um simples atalho.

O Evince e Eu

O Evince é um visualizador de documentos do GNOME. De acordo com a Wikipedia ele foi incluído no GNOME em sua versão 2.12.

No meu dia a dia, de grande consumo de informações através de arquivos PDF, um bom leitor é fundamental. O Evince sempre supriu bem este papel, porém havia um ponto que me incomodava: a falta de um atalho para destacar as partes relevantes do texto.

Para fazer isso eu tinha que utilizar o mouse, movimentando o cursor do texto até o botão de destaque, ou fazendo o contrário.

O Atalho

Em conversas informais no canal do IRC do GNOME Brasil1, comentei que sentia falta deste recurso. Na época usava o Evince 3.28.

Durante a conversa, o amigo Felipe Borges feborges pediu um tempinho e, em poucos minutos, disse que tinha implementado tal recurso e que ele viria, possivelmente, na próxima versão do Evince.

Lembro que fiquei num misto de alegria e de espanto pela rapidez do processo e também pela consideração de feborges.

Bem, estou usando a versão 3.30 do Evince e estou usando bastante o recurso. Recomendo 😉

Queria concluir este post agradecendo ao Felipe pelo recurso, mas também deixando uma reflexão sobre como o software livre e open source é produzido e melhorado.

Acompanho, em muitos espaços, usuários reclamando da falta do recurso X ou do bug Y, porém pouca gente abre alguma issue para relatar algum bug ou propor alguma melhoria.

Diversas vezes esse modelo de desenvolvimento de software é enquadrado em uma lógica diferente e sofre análises, muito deslocadas a meu ver, como se fosse um modelo proprietário. Mas isso é um papo para um outro post.


  1. irc.gnome.org #gnome-br 

11 de October de 2018

Fedora 29 Beta

Estou completando duas semanas de uso do Fedora 29 Beta. Até o momento só tive um crash. Por aqui já estamos no GNOME 3.30.1.

No geral a experiência está sendo bastante agradável e estável. Abaixo eu descrevo como fiz para transformar a versão 28 em 29.

Se quiser atualizar o seu sistema, faça por sua conta e risco ok? Lembre-se: faça backup! Desative o rpm-fusion (eu não fiz, mas é aconselhado fazer).

Atualizar o Sistema Atual

sudo dnf upgrade --refresh

Instalar o Plugin para Atualização

sudo dnf install dnf-plugin-system-upgrade

Baixar os Pacotes

sudo dnf system-upgrade download --refresh --releasever=29

Finalizar

sudo dnf system-upgrade reboot

Se tudo der certo…

dnf clean packages

O que você está achando do Fedora 29 ou do GNOME 3.30. Conta aí!

10 de July de 2017

Da contracultura à cibercultura: Uma reflexão sobre o papel dos hackers.

Da contracultura   cibercultura  uma reflex o sobre o papel dos hackers.

Com o início do século XXI, estamos vivendo um desses raros intervalos na história. Um período em que a base tecnológica das nossas relações em sociedade está — e tudo indica que continuará por um bom tempo — imersa num intenso processo de transformações tecnológicas e culturais. Assim, de forma semelhante ao que aconteceu no século XIX, com a revolução industrial e o surgimento da produção em série mediada por máquinas, as novas tecnologias de informação e comunicação, em especial a internet, revolucionam os meios de comunicação humana, como também alicerçam transformações nas mais diversas áreas da vida em sociedade.

Tendo a liberdade de acesso, produção e compartilhamento de informações como um dos grandes princípios estruturantes, as mudanças propiciadas pelos liames digitais da internet representam até o surgimento de um novo paradigma tecnológico, de uma nova Era Pós-Industrial.

Contudo, cientistas sociais, como Manuel Castells e Fred Turner, nos lembram que não existem revoluções de natureza tecnológica que não sejam precedidas de transformações culturais. Como tecnologias revolucionárias têm que ser pensadas, elas não são o resultado de um simples processo técnico ou incremental, mas sim fruto de pensamentos libertários e subversivos que são, por exemplo, ligados a gestos de rebeldia e desobediência civil. Dentro desse entendimento, esses mesmos autores afirmam que existe uma relação estreita entre os movimentos de contracultura dos anos 60 e a cibercultura libertária dos nossos dias.

Para além dos festivais de música e das manifestações do movimento hippie, os princípios de liberdade de expressão que marcaram essa época também se fizeram presente ao longo de todo o processo de criação e difusão da internet pelo que hoje é denominado de “cultura hacker”. Todavia, antes de seguirmos adiante nessa história, faz-se necessário esclarecer certa ambiguidade ou mal-entendido sobre o termo e a práxis social dos hackers. Afinal, na sua origem, o termo hacker não está associado a indivíduos irresponsáveis que invadem sistemas computacionais de forma ilícita — como é normalmente propagado pela mídia de massa mais tradicional. Esses sujeitos que violam sistemas de segurança e quebram códigos computacionais são, especificamente, denominados de “crackers” e, em geral, são também repudiados pelas comunidades de hackers. É claro que todo “cracker” já foi um hacker e isso possibilita que formadores de opinião — como, por exemplo, o jornalista e produtor cultural Nelson Motta — afirmem que todo hacker seja sim um cracker.

No entanto, de forma contrária a uma visão mais restrita que tenha como base o exemplo de alguns poucos crackers que ganharam fama no mundo por conta de invasões espetaculares em poderosos computadores corporativos, esse artigo tenta ir um pouco além desse entendimento. Em especial, buscamos resgatar a visão do filósofo finlandês Pekka Himanen e os artigos de um dos integrantes da própria comunidade hacker, Eric Raymond, que reforçam a importância desses primeiros “nativos digitais” como uma importante expressão cultural contemporânea de caráter libertário e inovador. Isto porque os hackers estão vinculados a um conjunto de valores e crenças que emergiram, num primeiro momento, das redes de pessoas que desenvolviam softwares e interagiam em redes computacionais em torno da colaboração em projetos de programação criativa. Isso significa, então, partir de um entendimento que essa cultura hacker desempenhou um papel central ao longo da história de desenvolvimento dos principais símbolos tecnológicos da atual sociedade em rede, como os primeiros computadores pessoais (PCs), a internet e os primeiros sistemas operacionais, como o UNIX. E essa cultura criativa perdura até o presente momento de forma pulsante. Afinal, inúmeras pesquisas demonstram como os hackers sustentam o ambiente fomentador de inovações tecnológicas significativas, mediante a colaboração e comunicação on-line, como também acaba permitindo a conexão entre o conhecimento originado em universidades e centros de pesquisas com os produtos empresariais que difundem as tecnologias da informação no “mundo dos átomos” — isto é, na materialidade da economia contemporânea.

Tendo a liberdade técnica de acesso, uso, compartilhamento, modificação e criação como valor supremo, a cultura hacker se manifesta em diversas áreas por meio de uma nova ética de trabalho, que lança alguns “enigmas contemporâneos” sobre o comportamento e as próprias relações sociotécnicas na realidade contemporânea. Mais especificamente, esse suposto comportamento enigmático, em termos de engajamento digital, emerge a partir de questões como: quais os valores que levam hoje milhares de tecnólogos a desenvolverem um software de alta complexidade como o Linux, na maioria dos casos de forma voluntária, além de o distribuírem de forma livre pela internet? Ou ainda, o que exatamente impulsiona milhares de wikipedistas de diversas partes do mundo a se juntarem na internet de forma colaborativa para criar e compartilhar conhecimento de forma livre e gratuita, por meio de um projeto enciclopédico internacional?

Umas das respostas mais encontradas em pesquisas sobre essa temática é que os hackers trabalham e se engajam em projetos dessa natureza, antes de tudo, porque os desafios técnicos e intelectuais são interessantes. Problemas encontrados no processo de criação de um determinado bem causam uma forte curiosidade e atração para essas pessoas, tornando-as sempre ávidas por mais conhecimento para criar ou encontrar uma solução inovadora. Essa atividade de produção exerceria então um poder de fascínio sobre esses sujeitos envolvidos pela cultura hacker, a ponto de o próprio trabalho, em determinadas condições, servir como um momento de se “recarregar as energias” — por mais contraditório que isso possa parecer num primeiro momento. Assim, para definir o princípio que rege as atividades de um indivíduo que se afirma como um hacker, o Linus Torvalds (hacker criador do Linux) acredita que as palavras “paixão” e “diversão” podem descrever bem a força lúdica que move ele a dedicar horas de um trabalho que muitas vezes é empreendido no “tempo livre”.

Por conta disso, não é difícil perceber que esta relação passional com o trabalho não é privilégio dos hackers de computador. Muito ao contrário. Em seu guia Como Tornar-se um Hacker, Eric Raymond também afirma que é possível encontrar outros tipos de hackers entre diversas áreas. “Há pessoas que aplicam a atitude hacker em outras coisas, como eletrônica ou música — na verdade, você pode encontrá-la nos níveis mais altos de qualquer ciência ou arte. Hackers de software reconhecem esses espíritos aparentados de outros lugares e podem chamá-los de ‘hackers’ também — e alguns alegam que a natureza hacker é realmente independente da mídia particular em que o hacker trabalha”.

Por exemplo, há vários pontos de contato entre tecelões, artesãos e a cultura hacker. Isto porque é possível perceber que todos eles (tecelões, artesãos e hackers) comungam de muitos valores inerentes ao trabalho criativo e coletivo, como, por exemplo, o compartilhamento do conhecimento que fundamenta o processo da produção de um bem ou uma obra — além, é claro, do prazer e da alegria inerente ao ato da criação em si. Afinal, o que seria, por exemplo, da gastronomia mundial sem o antigo hábito popular de se compartilhar receitas de culinária para se adaptar e criar novos e saborosos pratos pelos chefes de cozinha.

Richard Stallman, fundador da Free Software Foundation, ressalta, então, que um hacker é antes de tudo alguém que ama o que faz e, por conta disso, busca sempre inovar e explorar novas possibilidades no exercício do seu ofício em colaboração com seus pares. Isso significa dizer que um hacker, como individuo, busca sempre não apenas usar, mas principalmente aprimorar e aperfeiçoar o objeto de sua paixão, no contexto de um setor, organização ou comunidade da qual interage e participa. Para isso, o acesso irrestrito e o compartilhamento do conhecimento associado ao uso e ao processo de produção de um bem em questão é para um hacker, da mesma forma que para seus pares, uma condição vital da sua práxis social.

Dentro dessa perspectiva, esse ímpeto lúdico e colaborativo permite aos hackers romperem com uma dimensão clássica dos sistemas criativos da modernidade industrial: a separação entre quem usa e quem cria, aperfeiçoa ou produz um determinado bem. Em outras palavras, isso significa que a cultura hacker supera a clássica dicotomia entre “criadores” e “usuários”, pois partem de uma (antiga) premissa produtiva: os usuários são a base de toda a organização criativa somente por uma simples razão: todos os criadores eram usuários antes de começarem a contribuir com suas criações.

* Texto originalmente publicado na Revista Objectiva.

13 de March de 2017

Rede Suiça de Educação Artística adere ao Noosfero

 

Foto guerreiro 03

A rede internacional Another Roadmap for Arts Education (Outro Roteiro para a Educação Artística), que reúne educadores/as e pesquisadores/as em museus, universidades, escolas e projetos culturais e educativos passou a utilizar o Noosfero como plataforma de articulação e comunicação entre seus núcleos ao redor do mundo. A rede agrega 22 grupos ao redor do mundo com a proposta de trabalhar a educação artística inserida nas relações sociais e políticas, respeitando os contextos locais.

Another Roadmap surgiu do anseio de educadores/as e pesquisadores/as de fazer uma análise crítica do Roteiro para a Educação Artística da Unesco, definido em 2006, e da Agenda de Seul (2010), uma série de metas mundiais para o desenvolvimento da Arte e Educação. A rede, que deu início à Another Roadmap School (Escola Outro Roteiro), tem a perspectiva de questionar a hegemonia dos conceitos ocidentais de arte e educação e elaborar alternativas e novos paradigmas para as pesquisas e práticas relacionadas à educação artística.

A plataforma utilizada pela rede foi desenvolvida pela Colivre por meio de um serviço prestado à Universidade de Artes de Zurique na Suiça. Por utilizar o Noosfero, a plataforma permite autonomia para os grupos que fazem parte da rede porque possibilita que cada perfil de comunidade e usuário na rede possa ter seu próprio layout customizado além de possuir funcionalidades de blogs, fóruns, agendam, wiki, pastas de arquivos, galeria de imagens, entre outras.

O Noosfero é uma plataforma web livre para a criação de redes sociais autônomas com foco no compartilhamento de conteúdo. Desenvolvido pela Colivre e lançado em 2009 durante o III Encontro Nordestino de Software Livre, o Noosfero já garantiu o primeiro lugar em diversos prêmios nacionais à cooperativa como o 9º Prêmio Cooperativa do Ano em 2014, o Prêmio Pontos de Mídia Livre do Ministério da Cultura em 2015 e o Prêmio Especial Recursos Educacionais Abertos da Revista ARede Educa em 2016.

Para conhecer mais sobre a rede Another Roadmap for Arts Education acesse o site oficial através do endereço http://another.zhdk.ch/.

 

06 de March de 2016

A gota d’água em aplicativos GTK+

Não, eu não estou com a paciência esgotada! 🙂 Hoje estou comemorando que um antigo erro na verificação ortográfica do gedit foi corrigido, de forma que palavras hifenizadas (“corrigi-la-ia”) ou contendo apóstrofo (“d’água”) poderão ser verificadas por inteiro pelo verificador ortográfico.

O corretor ortográfico do LibreOffice para português do Brasil, chamado VERO, já contém palavras hifenizadas há muito tempo. Esse corretor pode ser utilizado por outros aplicativos através da biblioteca de verificação ortográfica Hunspell, e durante algum tempo eu mantive uma adaptação do VERO para Aspell e para Vimspell. (A propósito, ainda preciso de quem me substitua na manutenção dessas adaptações.) Qualquer aplicativo pode usar diretamente o Hunspell ou o Aspell, mas frequentemente os aplicativos utilizam essas bibliotecas através de uma biblioteca intermediária, o Enchant. Tanto o Enchant quanto o Aspell e o Hunspell sabem lidar com apóstrofos e hífens.

Infelizmente, o plugin de verificação ortográfica do gedit não sabia lidar tão bem assim com hífens e apóstrofos no meio de palavras, mesmo utilizando o Enchant. Pode parecer um problema trivial para quem está de fora, mas os desenvolvedores do gedit precisam fazer com que o aplicativo funcione bem para todos os idiomas ao mesmo tempo (com direito a mais de um idioma no mesmo texto), além de contar com destaque de sintaxe e outros recursos.

Em setembro do ano passado, um novo desenvolvedor resolveu adotar o plugin de verificação ortográfica do gedit, e trabalhar nele como uma biblioteca externa, chamada gspell. O gspell poderá ser utilizado por qualquer aplicativo baseado em GTK+, e sua versão 0.2.x deverá estar disponível com o GNOME 3.20.

Ainda não tive a oportunidade de testar o gspell, e não sei quais aplicativos do GNOME efetivamente utilizarão o gspell em sua nova versão. Mesmo assim, fico feliz em saber que o gspell aprendeu a lidar com hífens e apóstrofos no meio da palavra! Merci beaucoup, Sébastien Wilmet! Thank you!

08 de April de 2012

Mudança

Prezados leitores e agregadores, este blog está se mudou para https://leofontenelle.wordpress.com. Atualizem seus marcadores/favoritos com urgência, pois o domínio http://leonardof.org em breve deixará de me pertencer.

É uma pena que eu não tenha conseguido o subdomínio leonardof.wordpress.com. Tenho muito carinho por “leonardof” desde que esse se tormou o nome da minha conta no SVN (hoje Git) do GNOME. Só que eu preciso dedicar menos tempo em manutenção de webapps, domínios etc, para ter mais tempo para as atribuições profissionais e pessoais.

Espero ter uma novidade em breve para contar a vocês, então não sumam!

10 de June de 2007

Violent swerves in life

One day, you’re writing code, packaging and translating it, administering systems and giving talks about free software. The next day, you realise you want to go to Law school.

It does not feel any different from starting all over. Fortunately, it feels like it is soon enough.

23 de September de 2006

Thanks, Murphy!

So yeah… I guess I’ll have to take back what I said about clearing the accounts backlog until the end of the weekend, even though I’ve already gone through more than half of it.

Why? Quite simple. My hard disk finally died, after a couple of months spitting out I/O errors and corrupting filesystems all around.

Oh well…